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Centro de Pesquisa Clínicas da Dasa é pioneiro no uso de Inteligência Artificial para acelerar recrutamento de pacientes

Centro de Pesquisa Clínicas da Dasa é pioneiro no uso de Inteligência Artificial para acelerar recrutamento de pacientes

Inédita, iniciativa do CPClin tem a premissa de potencializar o desenvolvimento de tratamentos, especialmente para doenças raras

O CPClin, Centro de Pesquisas Clínicas da Dasa, empresa líder em medicina diagnóstica no Brasil, está transformando o cenário da pesquisa clínica ao implementar uma solução de Inteligência Artificial (IA) inédita no país e no mundo para o recrutamento e engajamento de pacientes. A iniciativa otimiza e acelera de forma significativa os processos envolvidos em estudos clínicos, especialmente aqueles voltados ao desenvolvimento de tratamentos para doenças raras.

A inovação combina duas frentes tecnológicas. A primeira utiliza o robusto banco de dados da Dasa para localizar pacientes que se encaixem nos rigorosos critérios dos estudos clínicos. Isso tem se mostrado especialmente eficaz em casos de doenças raras, nos quais encontrar pacientes qualificados é um grande desafio. Em um estudo sobre doença renal, por exemplo, a IA identificou 5 mil pacientes em potencial, sempre obedecendo todas as premissas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

“Além de qualificar os recrutandos para estudos em andamento, o sistema também armazena os perfis para futuras oportunidades”, explica Vanessa Magalhães, pesquisadora no centro. A segunda frente é um chatbot baseado em IA generativa, responsável por interagir com os pacientes de forma natural e personalizada. Diferente dos tradicionais sistemas de atendimento, o sistema “conversa” com os pacientes como se fosse uma pessoa real, permitindo o envio de áudios, fotos e elucidando dúvidas de maneira acessível.

“Primeiro do mercado a integrar IA de maneira tão abrangente, supervisionada por um corpo clínico de excelência, o CPClin rompe com um setor ainda conservador e marcado por processos manuais. É muito difícil recrutar pacientes. Às vezes, acessamos mil pessoas para conseguir apenas uma, devido aos muitos critérios e variáveis”, explica Victor Gadelha, superintendente de Educação, Pesquisa e Inovação na Dasa.

Benefícios reais para a ciência e para os pacientes

Os ganhos são significativos tanto para a indústria farmacêutica quanto para os pacientes. Para os laboratórios, o tempo economizado no recrutamento representa um valor estratégico e financeiro relevante. Já para os pacientes, especialmente aqueles com doenças raras ou em tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), participar de uma pesquisa clínica significa ter acesso a uma medicação ainda não lançada no mercado, que muitas vezes pode ser a única modalidade de tratamento para a patologia. Além disso, eles têm acesso gratuito a uma rede multidisciplinar com especialistas como cardiologistas, endocrinologistas, nutricionistas e psicólogos.

A tecnologia está atualmente em fase de Prova de Conceito (PoC) e já mostra resultados concretos. Em um único estudo sobre uma doença rara, três pacientes já foram recrutados, um número expressivo diante dos critérios altamente seletivos. Além da inteligência artificial, o centro também investe em marketing digital de performance para acelerar o processo, com campanhas que direcionam os interessados diretamente ao chatbot de IA.

Histórico de excelência

Com mais de 300 estudos realizados, 5 mil pacientes recrutados e estrutura exclusiva de 700 m², o CPClin foi uma das instituições brasileiras com destaque a integrar o estudo internacional multicêntrico do princípio ativo do tirzepatida, usada no medicamento Mounjaro, voltado ao tratamento de diabetes e obesidade. Hoje, o Centro de Pesquisas Clínicas é integrado à Superintendência de Ensino, Pesquisa e Inovação da Dasa e tem sua relevância consolidada no cenário científico internacional, carregando um legado de mais de 20 anos de contribuições à pesquisa clínica.

Com o uso responsável e assistido de IA, o CPClin reforça seu compromisso em acelerar a pesquisa clínica no Brasil, promover avanços na medicina e, acima de tudo, oferecer novas possibilidades de tratamento e esperança para pacientes em todo o país.

Fonte: Bowler.

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