OUTUBRO ROSA |Conheça os exames mais utilizados para diagnosticar o câncer de mama.

O câncer de mama avança rapidamente, por isso, diagnosticar e tratar precocemente é fundamental para a total recuperação da paciente. Os principais exames de laboratório utilizados para diagnosticar a doença são:

Análise do gene BRCA1 e 2

O câncer de mama observado em mulheres jovens apresenta características clínicas e epidemiológicas bem diferentes das observadas em mulheres mais velhas. Geralmente são mais agressivos e apresentam uma alta taxa de presença da mutação dos genes BRCA1 e BRCA2.


A função do gene é reparar lesões no DNA da célula, agindo como "supressor" no desenvolvimento do câncer e reduzindo a probabilidade de transformação da célula em tumor maligno. Quando o gene sofre qualquer tipo de mutação sua capacidade de defesa e reparação fica comprometida.

Isso significa que, mulheres com mutação no gene BRCA1 possuem 81% de chance de desenvolver um carcinoma de mama até seus 80 anos. Já mutação no gene BRCA2 aumenta o risco de câncer de mama em até 85% até os 70 anos.

Saber se o paciente é portador de mutação nos genes BRCA1 ou BRCA2 permitirá que ele faça um plano de rastreamento e prevenção personalizado, a fim de detectar precocemente a doença. O teste genético que realiza o estudo de mutações nos genes BRCA 1 e 2 está disponível no menu de exames do DB Molecular, unidade especializada em biologia molecular do DB.

Marcadores tumorais

Os marcadores tumorais ou marcadores biológicos são macromoléculas presentes no tumor, no sangue ou em outros líquidos biológicos, cujo aparecimento e/ou alteração em sua concentração está relacionado com a gênese e o crescimento de células neoplásicas (câncer).

O DB oferece aos seus clientes os seguintes exames para investigação de possível câncer de mama.

CA 15-3

O CA15-3 é um marcador tumoral utilizado para auxiliar na detecção do câncer de mama. Estudos indicam que a elevação do CA15-3 varia de acordo com o estadiamento da paciente, sendo de 5% a 30% no estágio I, 15% a 50% no estágio II, 60% a 70% no estágio III, e de 65% a 90% no estágio IV. 

A sensibilidade varia de acordo com a massa tumoral e o estadiamento clínico, sendo de 88% a 96% na doença disseminada. Aumento superior a 25% na concentração do CA15-3 correlaciona-se com a progressão da doença em 80% a 90% dos casos, e a diminuição em sua concentração está associada à regressão em 70% a 80%. 

O CA15-3 é utilizado para diagnóstico precoce de recidiva, precedendo os sinais clínicos em até 13 meses.

CEA

O antígeno carcinoembrionário (CEA) é produzido pelas células da mucosa gastrointestinal, pertence a um grupo de marcadores tumorais conhecidos como proteínas oncofetais. Níveis elevados de CEA no soro foram detectados em indivíduos com câncer de mama e/ou ovário. 

IMUNOHISTOQUÍMICO - PAINEL PROGNÓSTICO DE MAMA (classificação de tumor)

Muitas vezes o médico patologista precisa de técnicas complementares para se obter um diagnóstico preciso, e uma delas é o exame imuno-histoquímico. Essa técnica está sendo amplamente utilizada por médicos para conclusões diagnósticas, decisões terapêuticas e acompanhamento do tratamento.

O painel prognóstico de mama, realizado pelo DB Patologia, permite a classificação molecular precisa do câncer de mama, auxiliando o médico na escolha do tratamento adequado para a paciente. Clientes DB podem solicitar esse exame pelo código HISMA. 


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Referências:
KING MC, MARKS JH, MANDELL JB. Breast and ovarian cancer risks due to inherited mutations in BRCA1 and BRCA2. Science. 2003;302(5645):643-6. Pubmed Abstract.

DIAGNÓSTICOS DO BRASIL. Guia de exames. Disponível em: < http://diagnosticosdobrasil.com.br/guia/> Acesso em: 31 ago. 2018.