Edição 217 - Mais Eficiência, Menos Dor. Proteja sua Equipe de Laboratório de Lesões por Esforço Repetitivo (LER)

Beuse, M.  

Grone, D.

 

Um laboratório responsável leva a saúde do seu pessoal a sério; e pipetagem tornou-se um problema de saúde e segurança em laboratório. O grande número de operações de pipetagem realizadas ao longo do tempo é algo que aumenta o risco de Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Pipetas eletrônicas não só aumentam o número de amostras processadas, mas o fazem de forma ergonômica, tornando as LERs uma coisa do passado.

Quem é afetado: um estudo demonstra que os procedimentos de pipetagem representam o maior risco de se contrair LER dentro de um ambiente de laboratório, afirmando que 44% dos profissionais sofrem de distúrbios causados por pipetagem. Trabalhos como este tomam mais de 300 horas por ano (1,5 horas/dia ou cerca de 6 horas/semana) e expõem o trabalhador a um risco cinco vezes maior de lesões na mão e ombro. Não é incomum para um técnico de laboratório realizar até 10.000 procedimentos de pipetagem por dia. Portanto, usar o equipamento errado pode levar rapidamente a tensão muscular dolorosa e dor nas articulações do ombro, antebraço, pulsos ou dedos. Estes distúrbios musculoesqueléticos muitas vezes persistem por um longo tempo e podem restringir o pessoal de laboratório em suas tarefas diárias. Endereço para correspondência

 

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Sartorius do Brasil

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(Veja esse artigo na íntegra na revista LAES&HAES)