Edição 236 - Detecção por viscosidade: tratando a interferência de HIL e mantendo a integridade das amostras

Richard Williams


A interferência causada por hemólise, icterícia e lipemia é um problema significativo nos exames de coagulação automatizados, mas nesses casos a tecnologia da Stago proporciona a confiança necessária aos resultados laboratoriais

Especialistas laboratoriais continuam divididos quanto aos efeitos da hemólise, icterícia e lipemia (HIL) sobre a integridade das amostras e, consequentemente, sobre a precisão dos resultados do paciente. Um estudo mostra que 5,5% das amostras recebidas no laboratório são rejeitadas em função de problemas pré-analíticos, e destes, cerca de um quinto se deve à HIL1. Essa proporção às vezes chega a ser maior. No caso de necessidade de substituir a amostra, pode haver risco para o resultado do paciente e possivelmente um atraso no tratamento. A repetição dos exames traz ainda um custo adicional ao atendimento de saúde, uma vez que o paciente passa mais tempo no hospital ou em uma clínica.

Com o apoio de iniciativas dos próprios fabricantes, a detecção da interferência de HIL em ensaios bioquímicos clínicos tornou-se parte reconhecida da prática laboratorial. A controvérsia veio agora para coagulação, com diversos artigos alegando que as amostras com interferência de HIL causam um impacto nos parâmetros de rotina, ao passo que outros alegam que não.

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(Veja esse artigo completo na íntegra na revista LAES&HAES)